| Informação Pública Da Unidade
De Crimes Graves
20 de Fevereiro de 2004
UCG: Investigação E Acção Penal
Acusação
Contra Wiranto E O Pedido De Um Mandado De Captura Permanecem Pendentes
No Painel Especial Para Crimes Graves
A 18 de Fevereiro
de 2004, um juiz internacional dos painéis especiais para
crimes graves respondeu a um requerimento submetido pelo Procurador-Geral
Adjunto para Crimes Graves a 28 de Janeiro de 2004, pedindo uma
audiência pública em relação à
aplicação pendente para um mandado de captura contra
o General Wiranto. Numa decisão por escrito, o painel especial
de juízes rejeitou o requerimento do Procurador-Geral Adjunto
com o argumento, inter alia, de que tal audiência oral não
está prevista nos regulamentos dos painéis especiais.
Para esclarecer
a presente situação do caso General Wiranto, a acusação
contra o General Wiranto e o pedido de um mandado de captura permanecem
pendentes no painel especial para crimes graves.
A acusação
feita contra o General Wiranto, seis outros comandantes militares
de alta patente indonésios e um oficial timorense, foi submetida
no painel especial para crimes graves a 24 de Fevereiro de 2003.
A acusação
alega que segundo o direito internacional, o General Wiranto, na
altura Ministro da Defesa e Chefe das Forças Armadas Indonésias,
foi responsável por crimes contra a humanidade: homicídio,
deportação e perseguição por ter falhado
na punição ou prevenção de crimes cometidos
pelos seus subordinados ou por aqueles que actuavam sobre o seu
controlo efectivo no período anterior e depois da consulta
popular em Timor-Leste, em 1999.
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